Justiça: O Nome de Deus na Terra | Ampulheta 76

Eu sou Giancarlo Marx e hoje eu vou falar sobre o tema: Justiça: O Nome de Deus na Terra.

Imagem de fundo com uma ampulheta em preto e branco. Na frente o nome do podcast (Ampulheta) escrito em laranja e cercado por um quadro também em laranja. No canto superior esquerdo, está escrito "76", referente ao número do episódio. No canto inferior direito está escrito o título do episódio: Justiça: O Nome de Deus na Terra". Abaixo do título do episódio está escrito o nome do autor: Giancarlo Marx.

Se nos últimos meses falamos sobre o sagrado no cotidiano e a resistência da alegria, hoje precisamos falar sobre a base onde tudo isso se sustenta. Afinal, não existe paz verdadeira onde a injustiça ainda dita as regras. Sem querer me repetir demais aqui, mas “Paz sem voz não é paz, é medo”.

Muitas vezes, fomos ensinados que ‘fazer justiça’ é algo para tribunais ou para militantes políticos, enquanto à igreja caberia apenas a ‘caridade’.

Mas, na Bíblia, a justiça não é um conceito frio delegado às estruturas humanas, Ela é, antes de tudo, um atributo do caráter do próprio Deus.

Quando o profeta Amós grita: ‘Corra a justiça como as águas, e a retidão como o ribeiro impetuoso’, ele não está pedindo uma reforma do código penal. Ele está denunciando uma adoração que Deus rejeita porque este “adorador” ignora completamente a causa do pobre.

Já aprendemos que o Evangelho não veio apenas para salvar almas para o céu, mas para reconciliar todas as coisas na terra. Isso significa que a nossa espiritualidade é medida pela forma como tratamos o ‘outro’ — especialmente aquele que o sistema insiste em invisibilizar.

No Reino de Deus, a justiça não é oposta ao amor. Mas sim, justiça é o nome que o amor recebe quando se manifesta publicamente.

É o amor traduzido em políticas públicas, em mesas fartas para todos e em direitos respeitados.

Uma fé que se preocupa com o ‘paraíso’ mas ignora a fome, o racismo e a desigualdade aqui do lado, é uma fé que ainda não entendeu o que significa seguir o carpinteiro de Nazaré.

Neste mês, eu te convido a se perguntar: Como a minha fé pode colaborar para que o mundo seja um lugar menos cruel? Oração e ação não são irmãs gêmeas. Vêm do mesmo lugar. São um mesmo corpo.

Que em 2026 a gente pare de pedir apenas por bênçãos individuais e comece a lutar por uma justiça que seja comum a todos. Afinal, se Deus é justo, a nossa adoração mais sincera é praticar a justiça.

Eu vou ficando por aqui. Um abraço e até o próximo Ampulheta.

PARTICIPANTES:
– Giancarlo Marx

COISAS ÚTEIS:
– Duração: 03m55s
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CITADOS NO PROGRAMA:
Amós 5:24-26

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