Podcrent 52 | Ensino Religioso nas Escolas

Go Crentes! Go!

No programa de hoje, Cristiano MachadoTamyres Palma, Letícia Setsumi e o convidado Felipe Amorim reúnem-se para conversar sobre o Ensino Religioso nas escolas. Aprenda sobre a diferença entre escolas laicas e confessionais, entenda um pouco sobre as diretrizes desta matéria e respeite sempre o coleguinha.

Podcrent 52 Ensino Religioso

“Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.

COISAS ÚTEIS:
– Recaditos 51 – O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei

TRILHA SONORA DO PROGRAMA:
– U2 (Instrumental)

CITADOS NO PROGRAMA:
– Lei sobre o Ensino Religioso no Brasil
– Plano de Aula de Ensino Religioso no Paraná
– Museu Egípcio Rosacruz
– Visita guiada ao Cemitério Municipal São Francisco de Paula

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  • Marcos Matias

    Dá pra dizer que a periodicidade do podcrente está religiosa 😀

  • Caio Cesar Scholze Cirine

    Podcrente com tema serio?! EEEEEEEITCHAAAAAA
    Quero mais dessa bancada falando essas coisas.
    <3

  • Maikon Nora

    A Tamyres nos recomendou o passeio pelo Cemitério e já esta na lista das coisas que faremos em nossa próxima visita a “capitar”.
    Conhecer sobre outras religiões sempre me fascinou, a religião é um fator chave para diversos sistemas de RPG e sempre gostei de ler sobre elas para dar uma maior imersão para os jogadores, os conflitos que rolam entre os personagens dos jogadores é muito parecido com o que acontece na vida real e acho que de certa forma isso me ajudou a seguir firme em minha Fé sem desrespeitar a Fé dos coleguinhas.
    Estudei em escola dos irmãos Lassalistas e embora ela fosse estadual de certa forma sempre rolava uma “catequizada”
    Excelente programa mandei para os mesmos 3 amigos da outra vez e estou tendo fazer com que eles comentem aqui.

    Beijos a Todos e que Muradin O forjador de Almas, O Pai dos Anões, nos de forçar para lutar contra os deuses malígnos THE DERRO e DUERGAR , Viu a ficção imita a realidade hahahah

    Abraço seus lindos

  • Celso Rosa

    Praticamente um Teologia de Churrascaria!

  • Apesar de termos bastante zoeira aqui, sempre tem temas sérios também. E eu, particularmente, prefiro trabalhar temas sérios no Podcrent, por ter mais pluralidade de ideias e mais tempo.

  • o podcrent, inicialmente, teve mais assuntos sérios, mas como sempre (sem exceção) nos programas de assuntos sérios os comentários são raros, temos a impressão de que ninguem está ouvindo…

    (esse comentário foi só pra gerar mais comentários 🙂 )

  • Eu sou uns dos que achava que o ensino religioso já estava bem obsoleto ou só ligado às escolas confessionais. Acho que como o Felipe apontou é importantíssimo que antes de falar estritamente sobre religiões, trabalhássemos posturas éticas, falar sobre preconceito, pluralidade, etc! Gostei do programa e das intervenções da Sofia! hahaha! Abraço!

  • Eu diria que os episódios de músicas que edificam e o de literaturas acabam tendo um tom tão sério quanto este, como o V de Vingança, por exemplo.
    Mas é claro que, com o elenco que tem, o potencial cômico do Podcrent deixa a gente na expectativa de temas descontraídos, embora o bom humor esteja sempre presente!

  • Celso Rosa

    Em protesto, não vou comentar!

    Ops…

  • paradoxo do podcrent:

    Sério, ainda que zoado… Zoado, ainda que sério

  • é importante ressaltar o fato de que SERIEDADE não é sinônimo de ausência de bom humor… <3

  • graças aos dízimos e ofertas dos patrões hahahahaha

  • Celso Rosa

    Nas aulas de religião que eu me lembro na escola, tinha umas duas semanas de história das religiões, e o resto do ano de historinhas de EBD, com mural de feltro e verso áureo..

  • Tia do Bátima

    Muito me apetecem assuntos como este.

    Ainda não ouvi, mas quando o fizer, volto aqui pra comentar.

    Enquanto isso, fiquem com o primeiro flagrante de pirataria fluvial:

    http://www.popsci.com/river-in-canada-just-turned-to-piracy-because-global-warming

  • Vocês apresentaram argumentos interessantes que me fazem repensar minha opinião sobre isso, que, hoje, é de que não deve ser matéria de escola.

    Um ponto que me preocupa tem a ver com a prática, mas não estritamente pela performance dos professores. Penso que a natureza do conceito, “diversidade cultural religiosa”, abrange um número tão grande que é impossível evitar omitir expressões religiosas, talvez, até outras ofensas.

    Contudo, o que mais me incomoda nessa questão é o quanto os pais podem se incomodar com a exposição dos filhos à outras religiões e o quão relevante é o argumento do real propósito da matéria. “Você está ensinando meu filho que a fé dos outros deve ser respeitada, a fim de que ele respeite o próximo? Isso não é matéria de ética e civismo? Não é lei que ele viva dessa maneira? E se eu não quiser que ele encare todas as religiões como aceitáveis?”

    Imagino estes questionamentos, até porque me parece que poucos de nós se colocaria em posição de lecionar matérias regulares sem formação acadêmica apropriada, enquanto lidamos com a religião como algo do qual devemos ser, pelo menos, exemplo primordial como parentes.

  • Celso Rosa
  • Carla Guedes|TaTirano Podcast

    Um tema super relevantes. Parabéns pelo programa, eu curti bastante…

    Acredito que o ensino sobre religiões é válido dentro das escolas, como algo simplesmente acadêmico, como se fosse contar uma história qualquer. Mas obviamente quem tem que ensinar valores espirituais para a crianças são seus pais e ponto final. Acho que o Estado (mesmo escolas particulares) já tem “responsabilidade” demais de adentrar nas nossas famílias. Ele já tem poder de escolher assuntos acadêmicos, financeiros e culturais da minha família…agora espirituais pelo amor de Deus. Já chega né !?

    Aí a gente fica tentando concertar os efeitos (crianças/adolescentes cabeçudos) e a causa de tudo continua lá (pais cabeçudos parindo mais filhos cabeçudos)….o problema está nas famílias desestruturadas…crianças sem pai e nem mãe que o governo adota e passa a ter um tipo de “paternidade” sobre ela…e se analisar isso a termos espirituais é extremamente sério.

    Enfim…sou podcaster e já estou fazendo um mini-podcast…kkkkkk…mas enfim…é assunto para mais de metro…

    Valeu pelo conhecimento que me acrescentaram.

  • Claudia Luna

    Super daora esse podcrente!

    Eu teria me amarrado em assistir todas as aulas de ensino religioso, mas como era escola pública… O máximo de alguma religião que vi em aula foram aquelas que falam na aula de história e só. Uma pena.

  • Welber Martins

    Ouvindo vocês me lembrei dos momentos do ensino religioso no fundamental; Até a quinta série, pelo que eu me lembro era quase sagrado. Depois disso começou os debates na secretaria de educação do RS sobre necessidade do ensino religioso, que repercutia na escola esses debates. Nos meus últimos anos de Escola nem tinha msis ensino religioso. Eu sempre achei uma merda:
    Primeiro; porque já tinha escola dominical na igreja.
    E segundo; por causa de experiências desagradáveis.

  • Welber Martins

    Concordo companheiro. Zueira sempre e nunca acaba.

  • Tia do Bátima

    Ha! Mural de feltro, mano!

    Que coisa de tia… hehehe

  • Tia do Bátima

    Nada a acrescentar, meritíssimo.

  • Tia do Bátima

    Entendo sua dor, minha filha.

  • Tia do Bátima

    Passei pelo mesmo. Nem tinha ensino religioso direito, e quando tinha era um saco. Tudo bem que eu nem era crente na época, mas ia na igreja e já tinha ensino de religião na EBD mesmo.

    Conta mais da suas experiências desagradáveis pra tia?

  • Tia do Bátima

    Ótemo Podcrente!

    Como disse ali em baixo, curto muito esses assuntos tretosos.

    Acho que o @viniciusnogueirapereira:disqus já capturou bastante do que queria dizer. Ensino religioso é uma coisa muito delicada. Planejar com responsabilidade e competência um currículo, pensar na relação entre professores e alunos (sim, alunos, aquele papo etimológico de “sem luz” é fake news), entre pais e professores e entre pais e alunos é muito difícil. Gostei muito da postura do Felipe, da Letícia e da Tamyres quanto a isso, e seria ótimo se mais escolas tivessem professores assim.

    Infelizmente, somos seres que realmente gostam da malfadada “zona de conforto”. Isso vai desde nossas crenças até as relações com família, amigos e desconhecidos. Tudo culpa do nosso cérebro reptiliano (sim, isso é um termo técnico da neurologia: https://en.wikipedia.org/wiki/Triune_brain). É meio que “natural” do seru mano se organizar em tribos menores, e hoje isso acontece muito por afinidade de ideias, crenças e interesses. Com isso, temos uma vontade permanente de encontrar as mesmas pessoas, conversas sobre os mesmos assuntos e compartilhar das mesmas crenças e ideologias. A ideia de pluralidade tão almejada por esses “crentes progressistas” (rs) vai pro caralho assim. E infelizmente é assim que o seru mano funciona.

    Vejo no ensino religioso uma fascinante porta de entrada para um mundo inteiro que ficaria inacessível para muita gente, pois são raras as famílias que incentivam a pluralidade em seus arraiais (justamente pelo que tratei acima). E como os pais não estão prontos (e talvez nunca estejam) para receber esse tipo de conhecimento em seus lares, acredito que seja dever da escola ensinar sobre isso para as crianças e os adolescentes, mesmo a contragosto da família.

    E puxando, como sempre, o assunto para a linguística: nosso grande pai, o Ferdinand de Saussure, dizia algo que já é bem aceito como verdade na linguística como um todo: o significado de algo sempre vai estar na diferença que um elemento tem com outro. É simples: uma maçã só é uma maçã por que lhe atribuímos um valor diferente de uma laranja. E o mesmo funciona para “navio”, “carregar”, “computador”, “manga”, “quadro”, “abrir”, “beber”, etc.

    Se pensarmos em “significado” como o valor que se atribui a algo, uma religião só vai ter significado em relação a outras religiões – isto é, outros significados. Assim, faz todo sentido ensinar sobre (diferente de fazer proselitismo) outras religiões. Se pensarmos nos termos do Paulinho Freire, aquele bom velhinho gente boa, faz ainda mais sentido, pois assim almejamos a autonomia do aluno para que ele mesmo possa desenvolver competências que o permitam progredir individual e socialmente. Nesse caso, falamos de uma competência “religiosa”, pela qual alguém pode conhecer a si mesmo, ao outro, e a diferentes relações com o divino.

    Uma reclamação: crente que acha que o contato com outras religiões prejudica a fé do filho, não tem confiança nenhuma no real senhorio e poder de Deus e do alcance de sua graça. Ao meu ver, acreditam que Deus não é capaz de cuidar dos seus. #povochatodocarai

    Por fim, só gostaria de dizer que os crentes que reclamam de “doutrinação” na escola não percebem que um dos maiores locais de doutrinação (em termos freirianos) são as próprias igrejas evangélicas no Brasil. Pensem comigo: o pessoal usa a mesma roupa, fala do mesmo jeito, lê as mesmas coisas, ouve o mesmo cara falar, conversam sobre os mesmos assuntos, cantam as mesmas músicas, comem pizza depois do culto de domingo no mesmo lugar sempre… e tudo isso desde que a criança nasce. Justo as igrejas que poderiam ser um lugar de libertação de toda a opressão deste mundo, são um dos lugares que oprimem crianças, adolescentes e adultos, doutrinando essas pessoas para que sirvam a uma religiosidade de forma semelhante ao que os fariseus e saduceus faziam à época de Jesus. #povochatodocarai2

    Vou ficando por aqui, pois esse comentário já está grande demais. Mania de tia, sabe?

    Amplexos ursídeos.

  • Welber Martins

    No segundo Grau eu queria que nas aulas de ensino religioso falasse sobre a filosofia de The dark knight

  • Tia do Bátima

    Hehehe

    Sério? Seria um ótimo assunto. Mas só o primeiro quadrinho ou o filme do Nolan, claro.

  • Welber Martins

    Kkkk o filme

  • Tia do Bátima

    Lembrei agora que o Barba falou que “gostaria de fazer um adendo”…

    Sempre que alguém fala isso, gostaria de agir como o professor Gilmar:

    https://youtu.be/QJbxWOffAMo?t=1m37s

    PS: em uma aula que tenho aqui no doutorado, um cara fala igualzinho na sala. Lógico que o passa um filme na minha cabeça: eu dando-lhe um socão na mesa e gritando “cala boca, meu aluno! Você está defecando pela boca!”. Se fizer isso um dia, prometo filmar e mandar pra vocês.

  • Felipe Amorim

    V de Vingança é parte da trilogia que eu participo hahaha, eu gosto tanto daquele podcast que dá vontade de por no curriculo

  • Felipe Amorim

    tá certo, tem que falar das obras de Satanás mesmo. hahaah

  • Felipe Amorim

    Um ponto que talvez valesse a pena colocar em questionamento, é que no meu material, eu tenho religiões pouco representativas no Brasil (a saber, judaísmo, budismo, hinduismo), mais do que as religiões de matrizes africanas. Obviamente que se pode argumentar que as primeiras são das grandes religiões mundiais, mas talvez pra contexto local, fique um pouco embaçado.

    E uma coisa que eu ia comentar, é que em algumas escolas, eles organizam as salas entre alunos cuja familia opta por participar das aulas ou não. Em outras cuja limitação estrutural (numero de salas) é maior, aí não tem como e não rola de fazer uma classe dessas.

    Acho que como comentamos no programa, um dos grandes problemas, é a questão da formação do profissional que dá essa matéria

  • Felipe Amorim

    Então Carla, acho que é essa a questão, o ensino religioso não confessional não entra em questões espirituais, o trabalho tem outro foco. Esse é o principio primeiro da parada.

    A gente precisa lembrar também, que é justamente essa desestruturação das famílias que fazem as escolas terem que puxar essa responsabilidade, desde a responsabilidade de dar alimento, de ensinar organização e responsabilidade com o material, etc.

  • Tia do Bátima

    Ah não, mano. Voltei aqui pra ver como estavam indo os comentários do programa e percebi que mais uma vez o disqus apagou um comentário meu… mó vacilo.

  • Carla Guedes|TaTirano Podcast

    Verdade.