{"id":8798,"date":"2013-03-21T10:15:48","date_gmt":"2013-03-21T13:15:48","guid":{"rendered":"http:\/\/crentassos.com.br\/blog\/?p=8798"},"modified":"2013-03-21T08:47:08","modified_gmt":"2013-03-21T11:47:08","slug":"scholequee-introducao-daniel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/crentassos.com.br\/blog\/2013\/03\/scholequee-introducao-daniel.html","title":{"rendered":"ScholeQue\u00c9 \u2013 Introdu\u00e7\u00e3o ao livro de Daniel \u2013 Apocalipse Now #026"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_7430\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7430\" class=\" wp-image-7430 \" alt=\"Estudo sobre o livro de Daniel\" src=\"http:\/\/crentassos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Daniel.jpg\" width=\"600\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/crentassos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Daniel.jpg 1841w, https:\/\/crentassos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Daniel-300x102.jpg 300w, https:\/\/crentassos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/Daniel-620x211.jpg 620w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><p id=\"caption-attachment-7430\" class=\"wp-caption-text\">Daniel<\/p><\/div>\n<p>O livro de Daniel \u00e9 um dos mais conhecidos, ao menos sua parte hist\u00f3rica; entretanto \u00e9 dos mais complexos e de dif\u00edcil interpreta\u00e7\u00e3o do Antigo Testamento. O livro fala sobre um jovem, levado \u00e0 for\u00e7a para a cidade da Babil\u00f4nia para integrar-se \u00e0 equipe diplom\u00e1tica do Imp\u00e9rio. Daniel teve muito \u00eaxito e esteve no topo da pir\u00e2mide organizacional da Babil\u00f4nia, mesmo quando o Imp\u00e9rio sofreu sua derrocada.<\/p>\n<p>[tabs style=&#8221;default&#8221; title=&#8221;&#8221;] [tab title=&#8221;Introdu\u00e7\u00e3o&#8221;]<\/p>\n<p>Tal qual Ezequiel, o livro de Daniel tamb\u00e9m faz parte da literatura apocal\u00edptica, pois utiliza-se de vis\u00f5es misteriosas para transmitir a mensagem divina de que os reinos deste mundo n\u00e3o est\u00e3o fora do dom\u00ednio de Jav\u00e9. Al\u00e9m disso, Daniel n\u00e3o pode ser enquadrado como um profeta cl\u00e1ssico, no sentido estrito do termo, pois ele n\u00e3o condena o comportamento pecaminoso, nem recomenda a guarda da Lei da Alian\u00e7a. Os eruditos hebreus entenderam dessa forma e na B\u00edblia hebraica n\u00e3o o colocam entre os demais profetas, mas junto com os livros de Esdras-Neemias, Cr\u00f4nicas e os livros po\u00e9ticos na se\u00e7\u00e3o chamada de &#8220;Escritos&#8221;.<\/p>\n<p>Conforme as datas citadas no livro, Nabucodonosor levou os israelitas cativos em 605 a.C. O sonho interpretado por Daniel aconteceu em 603 a.C e ele continuou na elite do governo at\u00e9 o primeiro ano do rei Ciro (Dn. 1:21; 538 a.C.). Daniel ainda recebeu uma revela\u00e7\u00e3o no terceiro ano do governo de Ciro (10:1; 536 a.C.), quando encerrou suas atividades nos imp\u00e9rios babil\u00f4nico e persa.<\/p>\n<p>Mas, apesar de Daniel narrar acontecimentos relativos ao s\u00e9culo VI a.C. muitos eruditos afirmam que a obra foi composta no s\u00e9culo II a.C. entre os anos de 168 a 164. A raz\u00e3o para esta conclus\u00e3o \u00e9 a cita\u00e7\u00e3o dos reinos do norte e do sul que coincidem com a hist\u00f3ria do per\u00edodo grego no Oriente M\u00e9dio que abrange os s\u00e9culos IV a.C. ao II a.C.<\/p>\n<p>Aqueles que apoiam esta data adiantada baseiam-se no fato de Daniel ser uma literatura apocal\u00edptica. Este tipo de literatura, entre outras caracter\u00edsticas, eram:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><b>pseudon\u00edmia <\/b>&#8211; atribuir \u00e0 uma obra o nome de um personagem famoso do passado para transmitir credibilidade.<\/li>\n<li><b><i>Vaticinium ex eventu<\/i><\/b> &#8211; produzir uma obra liter\u00e1ria remetendo ao passado como se o autor vivesse antes deles.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estas caracter\u00edsticas comp\u00f5em a literatura apocal\u00edptica extrab\u00edblica do s\u00e9culo II a.C. ao s\u00e9culo II d.C. O livro de Daniel traz acontecimentos precisos do ano 168 a.C. e, por isso, alguns estudiosos afirmam se tratar de um autor contempor\u00e2neo que escreveu estes registros pouco tempo depois.<\/p>\n<p>Outra caracter\u00edstica apocal\u00edptica presente em Daniel s\u00e3o os fatos extraordin\u00e1rios tais como o livramento da fornalha dos amigos de Daniel (cap. 3) e a m\u00e3o que escreveu na parede no banquete de Belsazar (cap. 6). A literatura extrab\u00edblica deste per\u00edodo era rica neste tipo de narrativa.<\/p>\n<p>Apesar de Daniel compartilhar algumas das caracter\u00edsticas da literatura apocal\u00edptica extrab\u00edblica o livro de Daniel diferencia-se em certos aspectos e n\u00e3o \u00e9 simples determinar todos os aspectos da literatura apocal\u00edptica. Um problema em considerar Daniel uma produ\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo II a.C. est\u00e1 no estabelecimento da data, pois o per\u00edodo entre 168 &#8211; 164 a.C. \u00e9 um per\u00edodo muito curto de tempo para produzir, copiar e distribuir um livro, sem mencionar o processo de canoniza\u00e7\u00e3o pela comunidade judaica.<\/p>\n<p>Outros fatos que dep\u00f5em contra a data avan\u00e7ada de Daniel:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>O uso do aramaico no livro de Daniel sugere um per\u00edodo anterior ao s\u00e9culo II a.C.<\/li>\n<li>A inclus\u00e3o de Daniel na Septuaginta (vers\u00e3o grega do Antigo Testamento)<\/li>\n<li>A presen\u00e7a de Daniel nos manuscritos do Mar Morto (II a.C.)<\/li>\n<\/ul>\n<p>A Babil\u00f4nia come\u00e7ou despontar no cen\u00e1rio mundial como uma grande pot\u00eancia, aproveitando a decad\u00eancia do Imp\u00e9rio Ass\u00edrio. O ano era 626 a.C. quando Nabopolassar, pai de Nabucodonosor, foi firmado como rei da Babil\u00f4nia. O Imp\u00e9rio Ass\u00edrio ruiu definitivamente, depois de 150 anos, em 605 a.C. na batalha de Carqu\u00eamis.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a morte de Nabopolassar, seu filho, Nabucodonosor, assumiu o reino da Babil\u00f4nia e tomou os territ\u00f3rios que a Ass\u00edria n\u00e3o havia conquistado, incluindo o Reino do Sul, Jud\u00e1. Neste per\u00edodo, os filhos de rei Josias se envolveram em muitas conspira\u00e7\u00f5es contra Nabucodonosor e o resultado foi o processo da deporta\u00e7\u00e3o de parte da popula\u00e7\u00e3o de Jud\u00e1 em tr\u00eas etapas. Nesta ocasi\u00e3o, Daniel j\u00e1 estava na corte babil\u00f4nica, pois fora deportado na primeira etapa em 605 a.C.<\/p>\n<p>O reinado de Nabucodonosor terminou em 562 a.C., entretanto seus sucessores n\u00e3o foram t\u00e3o competentes quanto ele e o Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico chegou ao fim em 539 a.C. quando Ciro, o persa, tomou a Babil\u00f4nia sendo recebido com um her\u00f3i ao inv\u00e9s de conquistador. Ao assumir o governo da Babil\u00f4nia, Ciro permitiu que os povos conquistados voltassem e reconstru\u00edssem sua sociedade (Ed. 1:1-4). O povo de Jud\u00e1 considerou isso como o cumprimento das profecias e o restabelecimento da Alian\u00e7a. Aos judeus cabia apenas aguardar a restaura\u00e7\u00e3o do governo teocr\u00e1tico com a capital em Jerusal\u00e9m, que de fato nunca aconteceu.[\/tab][tab title=&#8221;Estrutura&#8221;]<\/p>\n<p><b>Estrutura de Daniel<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro de Daniel pode ter o seguinte esbo\u00e7o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Parte hist\u00f3rica<\/li>\n<li>A prepara\u00e7\u00e3o babil\u00f4nica de Daniel &#8211; 1<\/li>\n<li>O sonho de Nabucodonosor &#8211; 2<\/li>\n<li>A est\u00e1tua de Nabucodonosor &#8211; 3<\/li>\n<li>O orgulho de Nabucodonosor &#8211; 4<\/li>\n<li>A queda da Babil\u00f4nia &#8211; 5<\/li>\n<li>O decreto de Dario e livramento de Daniel &#8211; 6<\/li>\n<li>Parte apocal\u00edptica<\/li>\n<li>Os quatro animais e os quatro imp\u00e9rios &#8211; 7<\/li>\n<li>O carneiro e o bode &#8211; 8<\/li>\n<li>As setenta semanas e a explica\u00e7\u00e3o de Gabriel &#8211; 9<\/li>\n<li>As \u00faltimos acontecimentos &#8211; 10 a 12<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cronologicamente podemos dividir o livro de Daniel da seguinte maneira:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Cap\u00edtulos 1 a 6:<\/li>\n<li>Do primeiro ano de Nabucodonosor (cap1) ao \u00faltimo dia de Belsazar (Cap. 5), entrando no reino de Dario (Cap. 6)<\/li>\n<li>Cap\u00edtulos 7 a 10<\/li>\n<li>Primeiro ano de Belsazar (Cap. 7) ao terceiro ano de Ciro (cap. 10)<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tomando-se por base a persegui\u00e7\u00e3o dos persas aos judeus temos o seguinte resultado:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Cap\u00edtulos 1 a 5 &#8211; persegui\u00e7\u00e3o crescente da religi\u00e3o judaica: ordem para adora a est\u00e1tua de Nabucodonosor (Cap. 3); profana\u00e7\u00e3o dos objetos do Templo (Cap. 5)<\/li>\n<li>Cap\u00edtulos 6 a 12 &#8211; Daniel lan\u00e7ado na cova dos le\u00f5es (Cap. 6); profana\u00e7\u00e3o do Templo e do Altar (Caps. 8 a 12).<\/li>\n<\/ul>\n<p>No cap\u00edtulo 1 Jav\u00e9 honra a demonstra\u00e7\u00e3o de f\u00e9 que Daniel e seus amigos tiveram. No cap\u00edtulo 2 o conte\u00fado do sonho e a interpreta\u00e7\u00e3o dada por Daniel refletem a soberania de Jav\u00e9 sobre todas as na\u00e7\u00f5es. Entretanto ainda n\u00e3o havia chegado o tempo do dom\u00ednio pleno do Senhor, de fato uma mensagem desanimadora para os cativos. Contudo a interpreta\u00e7\u00e3o principal era que todos os Imp\u00e9rios mais poderosos ruiriam, e seriam superados pelo reino Eterno de Jav\u00e9 que jamais ser\u00e1 destru\u00eddo (2:44). Esta mensagem de esperan\u00e7a certamente sobrepunha o des\u00e2nimo dos judeus.<\/p>\n<p>O cap\u00edtulo 3 deixa subentendido que a inspira\u00e7\u00e3o para a est\u00e1tua de Nabucodonosor tenha vindo do seu sonho e mais uma vez a f\u00e9 tem como resposta o livramento. Um destaque importante \u00e9 que o texto deixa claro que o poder e soberania de Deus n\u00e3o ser\u00e3o amea\u00e7ados caso o livramento n\u00e3o tivesse acontecido.<\/p>\n<p>Os cap\u00edtulos 4 e 5 mostram que Jav\u00e9 det\u00e9m o controle das na\u00e7\u00f5es muito al\u00e9m de apenas possuir um roteiro pr\u00e9-fabricado, podendo interferir na hist\u00f3ria quando se faz necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>O cap\u00edtulo 6 narra os planos dos gentios para eliminar Daniel em virtude de suas pr\u00e1ticas religiosas. Neste epis\u00f3dio at\u00e9 mesmo o rei persa declara a soberania do Deus de Daniel (v. 16).<\/p>\n<p>O cap\u00edtulo 7 enfatiza a perversidade generalizada dos reinos, especialmente o quarto. Entretanto, ap\u00f3s o per\u00edodo de adversidade, o Reino de Deus ser\u00e1 instaurado para sempre (v. 16-18, 27).<\/p>\n<p>No cap\u00edtulo 8 lemos sobre o orgulho do rei e seu programa de persegui\u00e7\u00e3o em massa. O cap\u00edtulo 9 indica que a restaura\u00e7\u00e3o total viria lentamente, o que n\u00e3o queria dizer que jav\u00e9 n\u00e3o estivesse no controle. Outra revela\u00e7\u00e3o feita era que, ao contr\u00e1rio do que os cativos que retornaram do ex\u00edlio esperavam, a situa\u00e7\u00e3o iria piorar ainda mais.<\/p>\n<p>Os cap\u00edtulos 10 a 12 tratam sobre o fim dos reinos das na\u00e7\u00f5es. Os santos n\u00e3o sabem quando todas as essas coisas acontecer\u00e3o, pois sua tarefa \u00e9 perseverar at\u00e9 que o tempo de Deus para as na\u00e7\u00f5es se cumpra.[\/tab][tab title=&#8221;Prop\u00f3sito e conte\u00fado&#8221;]<\/p>\n<p><b>Prop\u00f3sito e conte\u00fado<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro de Daniel menciona os seguintes assuntos:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>O exerc\u00edcio da f\u00e9 em um mundo agressivo<\/li>\n<li>Jav\u00e9 est\u00e1 no controle da politica internacional<\/li>\n<li>O prop\u00f3sito de Jav\u00e9 em livrar seu povo<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro aborda do come\u00e7o ao fim a soberania de Jav\u00e9 sobre as na\u00e7\u00f5es. Esta soberania se manifesta de forma espiritual e pol\u00edtica. A vida de comunh\u00e3o com Jav\u00e9 de Daniel e seus amigos \u00e9 realizada em meio \u00e0 hostilidade cada vez mais crescente. Em meio \u00e0 arrog\u00e2ncia, crueldade e orgulho dos reis das na\u00e7\u00f5es, Jav\u00e9 os faz curvarem-se \u00e0 sua vontade e soberania.<\/p>\n<p>As vis\u00f5es de Daniel destacam a soberania pol\u00edtica de Deus sobre as na\u00e7\u00f5es para que os judeus exilados pudessem ter suas esperan\u00e7as renovadas. A leitura dos profetas pr\u00e9-ex\u00edlicos durante este per\u00edodo levou os cativos a crerem que o Reino de Deus seria estabelecido plenamente ap\u00f3s o retorno do cativeiro de setenta anos.<\/p>\n<p>O livro de Daniel corrige esta distor\u00e7\u00e3o hermen\u00eautica e afirma que apesar do retorno acontecer, isso n\u00e3o deve ser confundido com o estabelecimento do Reino de Deus. Na verdade, haveria mais setenta semanas de anos at\u00e9 que isso acontecesse.<\/p>\n<p>Enquanto a inaugura\u00e7\u00e3o do Reino de Deus n\u00e3o acontecesse os judeus deveriam aprender a viver sob persegui\u00e7\u00e3o e depender somente da soberania divina durante a queda e ascens\u00e3o dos reinos das na\u00e7\u00f5es, pois o programa de Deus n\u00e3o pode ser detido, entretanto eles deveriam se preparar para uma resposta a longo prazo.<\/p>\n<p>Portanto, o livro de Daniel n\u00e3o deve ser encarado como um calend\u00e1rio que marca eventos do fim dos tempos, mas encararmos sua mensagem principal que \u00e9 a promessa de Deus, o soberano que governa a hist\u00f3ria do mundo, de estabelecer o seu Reino,.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i>O reino de Deus<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro de Daniel destaca o Reino de Deus como plano final para o mundo. Embora Jav\u00e9 j\u00e1 domine em um Reino eterno (4:3,34,35), o cap\u00edtulo 2 apresenta a ideia de um Reino indestrut\u00edvel (2:44). Este Reino foi dado ao Filho do Homem, que, apesar de n\u00e3o haver maiores informa\u00e7\u00f5es no livro, podemos identific\u00e1-lo como Jesus, pois este texto cont\u00e9m um forte teor messi\u00e2nico, mesmo que os leitores originais n\u00e3o tivessem uma clara no\u00e7\u00e3o disso. Filho do homem ser\u00e1 inclusive o t\u00edtulo que Jesus adotar\u00e1 para si no Novo Testamento.<\/p>\n<p>Como uma esp\u00e9cie de ant\u00edtese, os Reinos humanos s\u00e3o retratados como temporais e limitados. Daniel percorre os principais reinos do mundo conhecido:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Babil\u00f4nia &#8211; Caps. 4 e 5<\/li>\n<li>Medo-Persa e Gr\u00e9cia &#8211; Cap. 8<\/li>\n<li>Gr\u00e9cia &#8211; Cap. 11<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O modelo apresentado de quatro reinos n\u00e3o \u00e9 detalhado, embora Nabucodonosor seja identificado com o primeiro Reino (2:38) e os outros dois reinos mencionados (Medo-persa e Grego) sejam deduzidos como dois dos tr\u00eas restantes. Entretanto este mapeamento perde import\u00e2ncia ao considerarmos que o prop\u00f3sito principal \u00e9 destacar a eternidade e proximidade do Reino de Deus com a temporalidade dos reinos humanos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i>O orgulho e a rebeli\u00e3o<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O orgulho dos reis das na\u00e7\u00f5es \u00e9 um tema recorrente no livro de Daniel. Nabucodonosor com sua est\u00e1tua de ouro e seu orgulho arquitet\u00f4nico (cap. 3), bem como o orgulho demonstrado por Belsazar ao profanar os objetos do Templo (5:18-23) s\u00e3o exemplos de como esta atitude desagradou a Deus. Outros exemplos de orgulho podem ser vistos no decreto de Dario, nos atos do quarto animal da vis\u00e3o de Daniel no cap\u00edtulo 7, no pequeno chifre do cap\u00edtulo 8, no pr\u00edncipe do cap\u00edtulo 9 e no reino do sul no 11.<\/p>\n<p>O livro descreve o orgulho como a causa da queda destes reis; e, em contrapartida,\u00a0 a raz\u00e3o da queda e julgamento de Jud\u00e1 foi a rebeli\u00e3o contra Jav\u00e9. Portanto, o orgulho das na\u00e7\u00f5es era compar\u00e1vel com a rebeli\u00e3o e desprezo de Jud\u00e1 pelo c\u00f3digo da Alian\u00e7a (a Lei de Mois\u00e9s).<\/p>\n<p>Daniel alerta ao povo cativo que suas ang\u00fastias n\u00e3o terminar\u00e3o ap\u00f3s a volta do ex\u00edlio; e, embora os pecados das gera\u00e7\u00f5es anteriores tenha sido julgado, os judeus ainda n\u00e3o haviam atingido a maturidade esperada por Jav\u00e9, por isso sua afli\u00e7\u00e3o e agonia continuariam. Entretanto, em meio \u00e0s tribula\u00e7\u00f5es o Senhor deu-lhes a esperan\u00e7a da ressurrei\u00e7\u00e3o (12:2) e os encorajou a permanecerem firmes durante este per\u00edodo de purifica\u00e7\u00e3o e renovo (12:10-13).[\/tab][\/tabs]<\/p>\n<p>[button size=&#8221;small&#8221; color=&#8221;blue&#8221; style=&#8221;download&#8221; new_window=&#8221;true&#8221; link=&#8221;http:\/\/crentassos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/027-Introdu\u00e7\u00e3o-Daniel.pdf&#8221;]Download (PDF)[\/button]<\/p>\n<p><strong><em>Para ler o post original no blog do autor, clique no banner<\/em><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/milhoranza.com\/?p=1702\" target=\"_blank\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Milhoranza\" alt=\"Milhoranza\" src=\"http:\/\/milhoranza.com\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/Banner-120-60.gif\" width=\"120\" height=\"60\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro de Daniel \u00e9 um dos mais conhecidos, ao menos sua parte hist\u00f3rica; entretanto \u00e9 dos mais complexos e de dif\u00edcil [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":7430,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1577],"tags":[1878,2209],"class_list":{"0":"post-8798","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","6":"hentry","7":"category-schole-que-e-crentassos","8":"tag-apocaliptica","9":"tag-daniel","11":"post-with-thumbnail","12":"post-with-thumbnail-large"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - 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