Teologia de Boteco | Sexualização Infantil com Grécia, Iole e Leticia – #056

Hoje, convidei 2 amigas queridíssimas lá das MATHILDAS, Grécia e Iole,  alem é claro, da mais linda de todas, a tia Leticia, minha companheira, para falarmos de um tema TENSO que alias, as Mathildas já comentaram lá na casa delas… SEXUALIZAÇÃO INFANTIL …

 

Além disso, nós estamos apoiando a campanha

campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres,  uma mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atoes da sociedade civil e poder público engajados nesse enfrentamento. Desde sua primeira edição, em 1991, já conquistou a adesão de cerca de 160 países. Nacionalmente, tem início dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, mundialmente, se inicia em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro.

Neste sentido, o Olhares Podcast criou a ação representada pela hashtag #ativismonaweb, que será divulgada durante a campanha e dezenas de podcasts, youtubers e canais do Facebook e Instagram participarão, com o objetivo de sensibilizar, conscientizar e mobilizar a internet a respeito da violência sofrida pelas mulheres.
Imaginem quantas pessoas podemos alcançar em 16 dias de ativismo com uma hashtag? #AtivismoNaWeb  #16dias #ViolênciaContraMulher, #ViolenciaDeGenero #NovembroLaranja 

 

Pega um banco e vem…

Teologia de Boteco 56 Sexualizacao Infantil

As mathildas Podcast – Aqui

 

#CorrenteDoBem – Olhares Podcast – Aqui

 

Leitura de comentários do ultimo programa – Aqui

Posted in Teologia de Boteco and tagged , , , .
  • Tia do Bátima

    Que pograma excelente!

    Só quero dizer duas coisas:

    1) volta tia Letícia! Este Teologia de Boteco é a prova que você tem muito a contribuir com os programas dos Crentassos.

    2) treta à vista… Como muito bem apontado no episódio, entender o processo de vivência sexual de uma pessoal desde a infância até a maturidade é muito difícil. E pra colocar mais lenha na fogueira, minha amada Neftali estava me contando de pesquisas recentes sobre adolescência, que têm demonstrado que as pessoas têm entrado na puberdade cada vez mais cedo (hoje, por volta de 10 anos) e têm permanecido na puberdade por mais tempo (hoje, a adolescência tem ido até por volta de 30 anos). Diante disso, parece que a vivência da sexualidade também tem se iniciado mais cedo que no século passado.

    Um caso que pra mim é interessante é o do famoso casal Romeu e Julieta. Na obra, os personagens teriam 14 e 13 anos, respectivamente, o que ajuda a entender o porquê de alguém de fato chegar a se matar por amor que não poderia ser vivido – algo que um adulto dificilmente faria.

    Vou ficando por aqui.

    Amplexos ursídeos.

  • Érico Nassu

    Reforço o coro para a volta da tia Letícia!

  • Érico Nassu

    Esse programa me fez perceber quanta coragem tem o produtor de podcast, dando a cara a tapa, opinando sobre assuntos tão complexos como esse. Sempre ouço como se tivesse em uma roda, fazendo parte da conversa, pensando na minha opinião sobre o assunto.
    Hoje ouvi o episódio pela segunda vez. Se tivesse comentado logo após a primeira ouvida é possível que discordasse de mim mesmo agora. Fiquei imaginando se vocês que fazem o programa ouvem depois e concordam mais com o colega que gravou junto que com si próprio.
    Na primeira vez que ouvi me identifiquei demais com a Iole sobre usar o apelo do “podia ser sua filha, ou sua mãe”. Por mais legítimo que esse argumento possa ser realmente parece que ele não funciona. Quem precisa disso pra ser convencido provavelmente não está aberto para mudar de idéia. Fica então, como disse a Iole, um certo sentimento de desesperança na humanidade.
    Só ouvindo a segunda vez que percebi as coisas de um modo mais amplo. Talvez não se trate de convencer a pessoa ali, no momento do confronto, mas de se posicionar, como a Grécia e o Barba pontuaram. Como o progresso ocorre lentamente talvez a nossa esperança não deva estar em nós mesmos mas na construção de um mundo melhor principalmente para as próximas gerações. Se pudermos colher algum fruto ótimo, mas não tendo isso como objetivo principal.
    Isso tudo me fez pensar que o mais importante não é ter razão e sim estar levantando o assunto, como vocês fazem. No fim das contas não é uma questão de um estar certo e o outro errado mas de perspectiva. Não sei se consegui expor meus devaneios mas é isso aí. Um abraço.

  • Pingback: Olhares Podcast | Ep #019 Porque precisamos de ativismo na web()

  • Marcos Matias Ferreira

    E´pisódio foda, Barba!
    Uma coisa que talvez não foi dita é que boa parte dos homens que conheço encaram o assédio “médio” (cantadas, olhadas constrangedoras e afins) como um favor, já que as mulheres gostam disso… 🙁
    Esse episódio e o de pornografia com a mona devem ser espalhados nos grupinhos héteros do zapzap, uaiauidfdas

  • Muito legal o episódio, mesmo com um tema que no fundo é triste.

    Essa questão é tão naturalizada, principalmente nas mulheres, que ainda se fazem festa de 15 anos. A simbologia da festa era: minha filha pode engravidar, por tanto, pode-se casar e a festa é um mostruário da menina.

    A própria valsa, que foi considerada inicialmente como uma dança repulsiva e extremamente sexual, por ser a primeira dança em casal lenta e em que ambos estão abraçados e de mãos dadas, que o dançar valsa é a menina mostrar que pode ser conduzida na dança, metáfora para o casamento, e por aí vai.

    Parabéns por mais este episódio!

    Tudo de bom a todos!

  • jethro

    ainda não consegui ouvir esse episódio, mas comentei para aparecer no vídeo. #pas