Da Prateleira 03 | Jogos Vorazes (Filmes)

03 Jogos Vorazes

Da Prateleira será um programa onde eu, Tamyres, indicarei livros, quadrinhos, filmes, séries ou álbuns que me agradem. Eventualmente com convidados, às vezes sozinha, estarei aqui indicando obras e convidando vocês a discorrerem sobre suas impressões nos comentários.

Como o programa é para indicar obras, não serão dados spoilers sobre a mesma em questão, para que aqueles que ainda não a conhecem possam ouvir o programa tranquilamente.

No episódio de número 3 do Da Prateleira, recebo Jonatha Zimmer (Crentassos Produções Subversivas) para conversamos sobre Jogos Vorazes, a quadrilogia de filmes que nos surpreendeu positivamente. Venha conosco entender como obras voltadas para o público adolescente também podem ser uma ótima opção de entretenimento e reflexão.

PARTICIPANTES:
Tamyres Palma
Jonatha Zimmer

COISAS ÚTEIS:
– Duração: 35m36s
– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba Avançado, e Assinar Podcast. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios.

CITADOS NO PROGRAMA:
“Jogos Vorazes” no Netflix
“Jogos Vorazes – Em Chamas” no Netflix
“Jogos Vorazes – A Esperança – O Final” no Netflix
Podcrent 19 “Admirável Mundo Novo & 1984 A”
Podcrent 19 “Admirável Mundo Novo & 1984 B”
Podcrent 33 “MadMax – Estrada da Fúria”
Podcrent 47 “V de Vingança”

TRILHA SONORA DO PROGRAMA:
“Postcards From Italy” – Beirut (Ukelele Instrumental por iamblinkin)

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Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post.

OUÇA O PROGRAMA:

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  • Ricardo Carvalho

    Eu também errei no meu preconceito com o primeiro filme. Quando descobri os filmes, não tinha saído o último, então esse eu tive o prazer de ver no cinema. Aliás vi na mesma semana que o Star Wars ep. 7, foi uma grande semana.

    As características da história não têm nada de original, só que existem mensagens “entre linhas” nos filmes, que para bons observadores, enriquecem demais a trama e é isso que amo. Além disso, os filmes não têm o “pó de pirlimpimpim” que infelizmente estragam as ficções cientificas, como em Divergente (não vi o filme, somente li o primeiro livro) que ao final possui esse pó de pirlimpimpim tão forte, que dá ódio da autora.

    Uma coisa que acho que vocês não comentaram, talvez para não dar spoiler, é o uso da polícia para manter o povo “no seu lugar”. Essa polícia não tem rosto, em nenhum momento do filme (pelo que me lembro) eles humanizam a polícia, e aumenta a sensação de medo da sociedade, achei isso bem interessante.

    Existe um mangá chamado Battle Royale que tem uma história parecida. Governo autoritário e adolescentes sendo selecionados para se matarem, porém é um mangá muuuuito pesado, com cenas de estupros por exemplo.

    Ah, também preciso ler os livros…. =D

  • Tia do Bátima

    Será que a Tamyres e o Jonatha me vão me convencer a ver os Jogos Vorazes? Vi o primeiro e não tive interesse em continuar. Talvez deva dar mais uma chance.

    Amo de coração filmes com um bom argumento. Um exemplo que lembro agora é Chappie. Mas é bem comum filmes (como foi o caso do Chappie) não terem um roteiro ou direção (que são coisas que aprecio muito no cinema, como qualquer ocidental) que consigam segurar a onda iniciada pelo argumento. Tenho a impressão que é esse o caso dos Jogos Vorazes – e talvez seja por isso que eu tenha perdido o interesse. Acho que minha esposa viu todos. Vou perguntar pra ela depois também. Posso estar sendo só chato e estar perdendo uma boa experiência. Já temos duas pessoas no podcast recomendando, vamos ver com a Neftali agora. Melhor de 3. Hehe

    Uma coisa importante sobre a classificação de um filme como “ficção científica”: é muito comum as estórias serem ficções, mas é não é tão comum encontrarmos essas ficções explicadas de forma científica. Isso não significa que a ciência nessas obras precisa ser a mesma do nosso universo real, mas que, mesmo dentro dos parâmetros da obra, ela precisa ter uma explicação com base em algum modelo científico. Exemplos de ficções científicas são qualquer coisa do Asimov, H. G. Wells, Júlio Verne, Poe, Tom Clancy, livros, filmes e jogos como Duna, Blade Runner, Alien (só o primeiro, depois vira loucuragem), Matrix, Star Trek, Mass Effect, 1984 (este último, tendo como base uma ciência da linguagem interessantíssima), Solaris (o do Tarkovski, que tem como argumento a ciência em torno de um suposto planeta que é vivo, recomendo demais). Muitas vezes vemos uma estória que se passa num futuro qualquer e classificamos como “ficção científica”, mas que seriam simplesmente uma ficção bacana. Por exemplo: Star Wars (sei que não é no futuro, mas vamo lá), 5o Elemento, Divergente, filmes de herói como Iron Man e congêneres (o Man of Steel tenta ser uma ficção mais científica, mas teria que ver uma 2a vez pra julgar melhor a capacidade do Snyder), Tron, Her, Transformers (qualquer filme ou desenho), Homens de Preto. No casos destas estórias de ficção não científica, você pode explicar a aparente tecnologia empregada por alguém ou a organização social simplesmente como sendo poderes mágicos sem causar nenhuma perda com relação ao argumento ou a roteiro. O Homem de Ferro pode ter uma pedra filosofal herdada do pai e que lhe permite energizar tudo, a menina do Divergente pode ser uma messias, os Transformers podem ser anjos ou demônios, e por aí vai.

    Não sei se colocaria os Jogos Vorazes na seção de ficção científica da minha locadora pessoal emocional. Ainda precisaria ver os filmes pra isso. Mas acredito que está mais na parte de ficção do que na científica. Pois creio que nem o argumento nem o roteiro estejam preocupados com a ciência por trás daquela sociedade. Mas sei lá, posso estar falando merda.

    De toda forma, vou ali perguntar minha senhora agora. (Ô Neftali….)

    Amplexos ursídeos.

  • Oi queridos!

    Ouvi o pod faz uns dias mas agora que deu tempo de comentar! Eu amo Jogos Vorazes e li todos os livros. Sempre gosto de pensar que mesmo em adaptações, filme é filme e livro é livro, obras e linguagens diferentes. Acho os livros bem mais pesados e sombrios que os filmes, que pra mim tem uma estética incrível. Inclusive eu ri quando o Jonatha fala que achava zuado as roupas da capital mas eu achei muito legal desde a primeira vez que a Effie aparece na tela hahahahaaha.

    Eu não tenho os livros, se não até emprestava. Gosto muuuuiiiitoo de distopias, acho que é o que eu mais leio. Devo confessar no entanto que apesar de amar a saga eu não gosto muito do final (agora eu não lembro se aparece no filme ou não o final do livro, mas acho que sim). Pra mim, não colou muito (to falando do final final final mesmo, não o grande plot que tem no final, mas depois que acaba tudo e tals).

    Acho que ficou confuso meu comentário, mas tudo bem.
    Abraços pra vocês dois! <3

  • Realmente, sua semana em 2015 deve ter sido bem proveitosa. Que legal que pode ver o filme ainda no cinema.

    Fiquei curiosa para saber o que seria este tal de “pó de pirlimpimpim” que você vê em algumas obras. Conta mais aí.

    Sobre a questão da polícia, confesso que nem me atentei a isso vendo o filme. O policial que ficou mais marcado pra mim foi o que bate na Katniss quando ela defende o Gale, que acabei nem prestando atenção nos outros, mas concordo com sua análise sobre a figura que eles representam, ao serem “seres sem rostos”.

    Sobre o mangá, é um tipo de conteúdo que não tenho muito interesse, mas obrigada mesmo assim por indicar.

    Inclusive, obrigada por estar ouvindo e dando retorno em todos os episódios. =)

  • Obrigada por seu comentário, Bianca. Sempre uma honra tê-la me ouvindo e dando seu feedback.

    Eu tô com a lista de distopias só aumentando. Aquele “Nós” que todo mundo tá falando há um tempo já me deixou bem curiosa. Além, claro, do O Conto da Aia. Mas esse só lerei depois de terminar a série.

    Sim, sabemos de que final você tá falando. Eu achei muito cagado. Li críticas que detestam isso também. Falam, inclusive, que nos livros são construídos muito melhor os traumas da Katniss, traumas que dificilmente permitiriam ela ter aquele final. Mas só pelo filme já achei bostinha.

    Beijos, guria e volte sempre. 🙂

  • Ricardo Carvalho

    “pó de pirlimpimpim” é como chamo quando o autor de uma ficção cientifica, quebra as regras criadas por ele, para conseguir “fechar” o enredo. Por exemplo em Matrix 2, quando o Neo usa poderes da Matrix fora da Matrix.

    Na minha opinião essas regras estabelecidas no inicio da história, sejam elas quais forem, são o que difere Ficção da Fantasia. E Jogos Vorazes não comete essa erro, isso é muito raro.

  • Jonatha Zimmer

    Tem um monte de camada visual sobre os policiais bem massa de se analisar mesmo. Eu até tinha pensado em falar, mas achei que ficava melhor explorar num possível futuro Podcrent mais detalhado.

    Já ouvi falar do mangá, mas não sou muito fã do formato.

    E tô muito afim de ler os livros!

    Obrigado pelo comentário guri.

  • Jonatha Zimmer

    EXATAMENTE RICARDO!

  • Jonatha Zimmer

    Também acho esse final (quase cena pós-créditos) bosta. Ele é estranho em vários quesitos diferentes:
    – o jeito que é filmado destoa do filme;
    – a forma como ele surge também. Parece que foi inserido depois do filme já finalizado;
    – a forma como os personagens se comportam não é coerente com o que eles apresentam nos filmes anteriores;
    – parece que optaram por dar uma suavizada no desfecho de tudo, mas soou brega e piegas demais.

    Obrigado pelo comentário Bianca! = )