Teologia de Boteco |Igrejas Orgânicas? com Giancarlo Marx – #039

Olá, amiguinhos!

Hoje, eu e o Giancarlo Marx, conversamos um pouco sobre o que compreendemos sobre IGREJAS ORGÂNICAS e tudo que está envolvido nessa suposta divisão entre as ORGÂNICAS e as OUTRAS

Puxa um banco e vamos conversar…16650608_1007791012654617_1283386239_o

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  • André Santos

    Fala Barba, Excelente Cast! Gosto muito do trabalho de vocês! Muitas vezes eu ouço os casts e vejo os vídeos e não compartilho aqui as coisas boas que sinto ao ouvir! Acompanho vocês há um tempão! Gosto muito do jeito como vocês pensam a vida! Aparentemente não estão presos em formas, sempre repensando as questões e exercitando fé e mente!

  • Tia do Bátima

    Excelente programa! Como diz minha esposa: curti alpacas.

    Esse lance de ver a igreja como um organismo, ao meu ver, poderia ser ampliado um pouquinho mais. Vivemos numa sociedade extremamente individualista, egoísta e egocêntrica – uma coleção de indivíduos que não querem se envolver uns com os outros.

    Obóviamente, esse modelo de sociedade influencia as ideologias e o funcionamento dos grupos de crentes espalhados pelo Brasil – e diria, talvez, pelo ocidente como um todo. São crentes que vão “assistir o culto”, que “são pessoas de bem, diferentes desses gays aí”, entre outros jargões bem estereotipados. E isso é logicamente fruto do espírito do nosso tempo. Afinal, se somos individualistas, egoístas e egocêntricos vamos construir uma comunidade cristã calcada nesses parâmetros. Mais que isso: vamos construir uma teologia fundamentada nisso.

    Sabendo dessa parada toda, eu e minha esposa tentamos fazer um pouco diferente nosso casamento – que foi ano passado, dia 27/08/16. Substituímos a igreja por um sítio com piscina, a configuração do altar e da platéia por um semicírculo, a música chata por um sarau, a festa que acaba uma hora depois por piscina, cama-elástica e touro-mecânico.

    A ideia era construir um casamento em conjunto com todos. E acreditamos que deu certo. Assim que terminou a cerimônia (essa parte, mais tradicional mesmo, pois era um desejo nosso e das famílias) todos os convidados já estavam previamente avisados que poderiam tirar aquela roupa desconfortável, almoçar e fazer o que quiser no sítio… e a galera animou – teve até acidente no touro mecânico e um cara teve que ir pro hospital. No fim, conseguimos um casamento bem calcado nas raízes da família tradicional brasileira: os povos nativos das Américas. Todos fizemos um casamentão (barato) juntos, com umas 9 horas de duração, muita comida e sem muita instituição dizendo como devia ser. Claro, mudaríamos algumas coisas, mas conforme eu e a esposa vamos conversando nesse tempo de casados, percebemos que foi um momento excelente, justamente por termos seguido uma visão mais orgânica de cerimônia e festa de casamento.

    O comentário já virou textão e vou parar por aqui.

    Amplexos ursídeos da tia.

  • a gente faz o que pode, mano… Temos tambem nossas limitações, mas tentamos ser no minimo, honesto, sobre o que pensamos com todos os ouvintes e tal… 🙂

    Obrigado pelo carinho, mano

  • queria ter ido nessa festa 🙂

    Obrigado pelo carinho, mano!

  • Giancarlo Marx

    Mano, é isso. Aí eu me pergunto: O que tá faltando pra gente levar esta realidade menos litúrgica pros cultos de domingo?

  • Tia do Bátima

    Então… A gente sempre quer o conforto. Sair disso é difícil. Mas vamos tentando, citando Freire na EBD e mostrando pro pessoal que todo mundo tem sua podridão – só precisa aceitar e ajudar o coleguinha.

  • Giancarlo Marx

    É isso, mano!